quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Bibliografia e Conclusão Final.

Bibliografia
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93rg%C3%A3o_(anatomia)

http://www.afh.bio.br/cardio/Cardio2.asp

http://www.youtube.com/watch?v=Hf23USnHDjc&feature=related

http://saude.hsw.uol.com.br/doencas-cardiacas.htm


Conclusão

Eu achei minha pesquisa muito interessante já que é sempre bom saber um pouco mais sobre diversos assuntos, sendo eles do corpo humano, do dia a dia, e até mesmo do planeta, entre outros.
Nesse trabalho creio que fiz uma boa pesquisa para obter uma resposta longa, mas porem importante, sobre minha pergunta do coração e suas característica a mais tais como as doenças e muito mais.
Meu interesse sobre esse assunto, o coração, veio do meu tio que infelizmente sofre com muitos problemas cardíacos, e fiquei interessado para obter mais informações sobre os problemas em que ele passa por ter essas doenças prejudiciais do coração.
 
Foi fácil e prático. Nunca tinha feito um blog mais agora já sei como fazer e dou dicas para meus amigos que tem dúvidas em alguma coisa em relação a fazer ou modificar seu blog.
Achei interessante, dá para postar muitas coisas mais não de um assunto só é claro mais muitos outros assuntos do seu interesse sendo da escola ou de sua própria diversão.

sábado, 28 de agosto de 2010

O Coração é um Orgão ?

Em biologia, um órgão é um grupo de tecidos que performam uma função específica ou grupo de funções. Usualmente existem tecidos "principais" e "esporádicos". O tecido principal é um aquele que é único para um órgão específico. Por exemplo, o tecido principal no coração é o miocárdio, enquanto os esporádicos são os nervos, sangue, tecido conjuntivo, etc.

O coração é um órgão muscular oco que se localiza no meio do peito, sob o osso esterno, ligeiramente deslocado para a esquerda. Em uma pessoa adulta, tem o tamanho aproximado de um punho fechado e pesa cerca de 400 gramas.


O coração humano, como o dos demais mamíferos, apresenta quatro cavidades: duas superiores, denominadas átrios (ou aurículas) e duas inferiores, denominadas ventrículos. O átrio direito comunica-se com o ventrículo direito através da válvula tricúspide. O átrio esquerdo, por sua vez, comunica-se com o ventrículo esquerdo através da válvula bicúspide ou mitral.A função das válvulas cardíacas é garantir que o sangue siga uma única direção, sempre dos átrios para os ventrículos.


1 - Coronária Direita
2 - Coronária Descendente Anterior Esquerda
3 - Coronária Circunflexa Esquerda
4 - Veia Cava Superior
5 - Veia Cava Inferior
6 - Aorta
7 - Artéria Pulmonar
8 - Veias Pulmonares
9 - Átrio Direito

10 - Ventrículo Direito
11 - Átrio Esquerdo
12 - Ventrículo Esquerdo
13 - Músculos Papilares
14 - Cordoalhas Tendíneas
15 - Válvula Tricúspide
16 - Válvula Mitral
17 - Válvula Pulmonar




A atividade elétrica do coração



As câmaras cardíacas contraem-se e dilatam-se alternadamente 70 vezes por minuto, em média. O processo de contração de cada câmara do miocárdio (músculo cardíaco) denomina-se sístole. O relaxamento, que acontece entre uma sístole e a seguinte, é a diástole.


Nódulo sinoatrial (SA) ou marcapasso ou nó sino-atrial: região especial do coração, que controla a freqüência cardíaca. Localiza-se perto da junção entre o átrio direito e a veia cava superior e é constituído por um aglomerado de células musculares especializadas. A freqüência rítmica dessa fibras musculares é de aproximadamente 72 contrações por minuto, enquanto o músculo atrial se contrai cerca de 60 vezes por minuto e o músculo ventricular, cerca de 20 vezes por minuto. Devido ao fato do nódulo sinoatrial possuir uma freqüência rítmica mais rápida em relação às outras partes do coração, os impulsos originados do nódulo SA espalham-se para os átrios e ventrículos, estimulando essas áreas tão rapidamente, de modo que o ritmo do nódulo SA torna-se o ritmo de todo o coração; por isso é chamado marcapasso.


Sistema De Purkinje ou fascículo átrio-ventricular: embora o impulso cardíaco possa percorrer perfeitamente todas as fibras musculares cardíacas, o coração possui um sistema especial de condução denominado sistema de Purkinje ou fascículo átrio-ventricular, composto de fibras musculares cardíacas especializadas, ou fibras de Purkinje (Feixe de Hiss ou miócitos átrio-ventriculares), que transmitem os impulsos com uma velocidade aproximadamente 6 vezes maior do que o músculo cardíaco normal, cerca de 2 m por segundo, em contraste com 0,3 m por segundo no músculo cardíaco.






Controle Nervoso do Coração


Embora o coração possua seus próprios sistemas intrínsecos de controle e possa continuar a operar, sem quaisquer influências nervosas, a eficácia da ação cardíaca pode ser muito modificada pelos impulsos reguladores do sistema nervoso central. O sistema nervoso é conectado com o coração através de dois grupos diferentes de nervos, os sistemas parassimpático e simpático. A estimulação dos nervos parassimpáticos causa os seguintes efeitos sobre o coração: (1) diminuição da freqüência dos batimentos cardíacos; (2) diminuição da força de contração do músculo atrial; (3) diminuição na velocidade de condução dos impulsos através do nódulo AV (átrio-ventricular) , aumentando o período de retardo entre a contração atrial e a ventricular; e (4) diminuição do fluxo sangüíneo através dos vasos coronários que mantêm a nutrição do próprio músculo cardíaco.

Todos esses efeitos podem ser resumidos, dizendo-se que a estimulação parassimpática diminui todas as atividades do coração. Usualmente, a função cardíaca é reduzida pelo parassimpático durante o período de repouso, juntamente com o restante do corpo. Isso talvez ajude a preservar os recursos do coração; pois, durante os períodos de repouso, indubitavelmente há um menor desgaste do órgão.

A estimulação dos nervos simpáticos apresenta efeitos exatamente opostos sobre o coração: (1) aumento da freqüência cardíaca, (2) aumento da força de contração, e (3) aumento do fluxo sangüíneo através dos vasos coronários visando a suprir o aumento da nutrição do músculo cardíaco. Esses efeitos podem ser resumidos, dizendo-se que a estimulação simpática aumenta a atividade cardíaca como bomba, algumas vezes aumentando a capacidade de bombear sangue em até 100 por cento. Esse efeito é necessário quando um indivíduo é submetido a situações de estresse, tais como exercício, doença, calor excessivo, ou outras condições que exigem um rápido fluxo sangüíneo através do sistema circulatório. Por conseguinte, os efeitos simpáticos sobre o coração constituem o mecanismo de auxílio utilizado numa emergência, tornando mais forte o batimento cardíaco quando necessário.

Os neurônios pós-ganglionares do sistema nervoso simpático secretam principalmente noradrenalina, razão pela qual são denominados neurônios adrenérgicos. A estimulação simpática do cérebro também promove a secreção de adrenalina pelas glândulas adrenais ou supra-renais. A adrenalina é responsável pela taquicardia (batimento cardíaco acelerado), aumento da pressão arterial e da freqüência respiratória, aumento da secreção do suor, da glicose sangüínea e da atividade mental, além da constrição dos vasos sangüíneos da pele.

O neurotransmissor secretado pelos neurônios pós-ganglionares do sistema nervoso parassimpático é a acetilcolina, razão pela qual são denominados colinérgicos, geralmente com efeitos antagônicos aos neurônios adrenérgicos. Dessa forma, a estimulação parassimpática do cérebro promove bradicardia (redução dos batimentos cardíacos), diminuição da pressão arterial e da freqüência respiratória, relaxamento muscular e outros efeitos antagônicos aos da adrenalina.

Em geral, a estimulação do hipotálamo posterior aumenta a pressão arterial e a freqüência cardíaca, enquanto que a estimulação da área pré-óptica, na porção anterior do hipotálamo, acarreta efeitos opostos, determinando notável diminuição da freqüência cardíaca e da pressão arterial. Esses efeitos são transmitidos através dos centros de controle cardiovascular da porção inferior do tronco cerebral, e daí passam a ser transmitidos através do sistema nervoso autônomo.

O coração sendo a base do sistema circulatório dos seres humanos, trata-se de um órgão muscular que manda sangue para todo o corpo por meio dos vasos sanguíneos. Ele funciona com energia propria, que emite impulsos elétricos, de átrios para ventrículos.

O Coração

video

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Curiosidades de como funcionam as doenças cardíacas

Doenças cardíacas são a principal causa de morte nos EUA e no Brasil também. São grandes a chances de que, em algum período de sua vida, você ou pessoas próximas sejam forçadas a tomar decisões relacionadas a essas doenças. Ter conhecimento sobre a anatomia e o funcionamento do coração, em particular de como a angina e o infarto funcionam, irá permitir que faça escolhas melhores para a sua saúde. Como as doenças cardíacas ocorrem repentinamente e necessitam de decisões rápidas, estar informado de antemão é de grande valia para você e sua família.




Doença arterial coronária (DAC), doença coronariana (DC), isquemia cardíaca e doença cardiovascular são nomes diferentes para a mesma enfermidade. A DC é causada pela aterosclerose, que nada mais é do que o acúmulo de gordura nas coronárias cardíacas formando placas de ateroma. Veja a figura abaixo:
 
 
 
 
Artérias coronárias fornecem sangue ao músculo do coração. Quando um bloqueio acontece em uma das artérias, o fluxo de sangue aos músculos cardíacos diminui. Isto se torna ainda mais evidente durante algum tipo de esforço, pois nesta situação o coração está trabalhando mais intensamente e necessita de uma quantidade maior de sangue oxigenado. Na presença de um bloqueio há falta de oxigenação e os músculos cardíacos sofrem danos. A dor no peito resultante é chamada de angina ou angina pectoris. Quando não recebe oxigênio suficiente, o músculo cardíaco fica isquêmico. Se as células morrerem, ocorre um infarto. O infarto nada mais é do que a morte das células musculares cardíacas (miocárdio) sendo chamado de infarto de miocárdio (IM). A causa da DC, angina e o infarto do miocárdio é a aterosclerose.
 
Aterosclerose - é o termo mais comum para o endurecimento das artérias. Na arterosclerose há acúmulo de material gorduroso (chamado de placas de ateroma) nas camadas mais internas da artérias. Dependendo do local que estes bloqueios acontecem, podem causar resultados bastante variados.


•Se o bloqueio estiver em uma artéria coronária, causa dores no peito (angina).

•Se o bloqueio for completo, pode levar a um infarto de miocárdio ou IM.

•Se o bloqueio acontecer em uma das artérias próximas ao cérebro, um derrame pode acontecer.

•Se o bloqueio acontecer em uma artéria da perna, causa a doença vascular periférica (DVP) que ocasiona dores ao andar, chamadas de claudicação intermitente.

Aterosclerose leva muitos anos para se desenvolver e, por isso, pode passar despercebida. Em alguns casos, sintomas como a angina podem indicar a doença; no entanto, ela pode se tornar evidente de uma maneira mais repentina e grave, na forma de um infarto do miocárdio.

Vamos ver alguns fatores de risco da aterosclerose. Alguns destes são fatores que podem ser controlados. Sendo pró-ativo você pode diminuir os seus riscos.

Você está sob risco?


Existem muitos fatores de risco que aumentam as chances do desenvolvimento da aterosclerose e da DC. Como por exemplo:

•hipertensão (pressão arterial alta)

•diabetes

•colesterol elevado

•fumar

•estilo de vida sedentário

•estresse

•obesidade

•sexo masculino

•histórico de doenças cardíacas na família

•idade avançada

Obviamente, alguns destes fatores de risco podem ser controlados ou alterados (sozinho ou com a ajuda de um médico) e outros não. Muitos destes fatores podem interagir entre eles; por exemplo, a mudança de hábitos de vida como a prática de atividade física, comer menos sal pode baixar os níveis de pressão arterial. Já perder peso pode ajudar no:

•controle de açúcar no sangue em casos de diabetes

•controle da pressão arterial

•controle do colesterol

Idade, gênero e histórico familiar


Você não pode modificar sua idade, seu histórico familiar ou seu gênero. No entanto, estes fatores de risco podem servir como um impulso para que cuide melhor dos fatores modificáveis. Como o risco de doenças cardíacas aumenta com a idade, é ainda mais importante prestar atenção em seu peso, na quantidade de açúcar no sangue, nos níveis de colesterol, na pressão sanguínea e na prática de atividade física. Homens, em geral, possuem riscos maiores para a doença coronariana. O risco se torna praticamente igual quando as mulheres chegam à menopausa, pois perdem o efeito protetor do estrogênio. DC, também, é mais comum em pessoas com parentes próximos (mãe, pai, irmão) que tenham desenvolvido a doença em idade não muito avançada.

 
Hipertensão


Hipertensão (pressão arterial alta), além de ser um fator de risco para DC, também pode levar a derrames, insuficiência renal e aneurismas. Por fazer o coração trabalhar mais, pode causar insuficiência congestiva cardíaca. A pressão arterial possui dois componentes. Na leitura, o valor mais elevado corresponde à pressão sistólica. Uma pressão sistólica abaixo de 140 é considerada normal. O valor mais baixo é de pressão diastólica. Uma pressão diastólica abaixo de 90 é considerada normal. Pressões que excedem apenas um pouco estas marcas são chamadas de hipertensão leve que, em muitos casos, pode ser controlada com perda de peso, parar de fumar cigarro e diminuição da ingestão de sal. No entanto, pode ser necessário usar medicamentos. Aqui estão seis classes de remédios para tratar a hipertensão arterial:

diuréticos - estes medicamentos (como o hidroclorotiazida e a clortalidona) excretam a água e o sal em excesso para abaixar a pressão arterial;

drogas anti-adrenérgicas - normalmente chamadas de alfa ou de beta bloqueadores, incluem medicamentos como o Prazosin, Terazosin, Doxazosin, Propranolol, Metoprolol e Atenolol. Eles bloqueiam uma parte do sistema nervoso que aumenta a pressão sanguínea;

vasodilatadores - medicamentos como Hidralazin e o Minoxidil relaxam os vasos para abaixar a pressão arterial;

inibidores da enzima de conversão - estes medicamentos são vasodilatadores, prevenindo a produção da angiotensina, que é um vasoconstritor. Os mais prescritos são Captopril, Enalapril e Lisinopril;

antagonistas do receptor do angiotensinogênio - medicamentos como o Losartan e o Valsartan são similares aos inibidores ACE, com menos efeitos colaterais, porém mais caros;

bloqueadores dos canais de cálcio - como eles bloqueiam o fluxo de cálcio necessário para a constrição dos vasos sanguíneos, medicamentos como o Diltiazem e o Amlodipina também agem como vasodilatadores.
 
Fumo


Fumar causa tanto DC como diversas outras doenças, como por exemplo, as DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) que incluem enfisema e bronquite crônica. Pode causar também câncer de pulmão, derrames e outras enfermidades. A nicotina causa o bloqueio das artérias coronárias porque facilita a trombose sobre a placa de ateroma.
Existem diversas maneiras de parar de fumar. Normalmente, a melhor opção é parar por você mesmo ou com a ajuda de um grupo de apoio, acompanhado pelo uso de chicletes ou adesivos de nicotina.

Colesterol elevado


Existe uma relação entre colesterol elevado e DC. O colesterol é transportado no sangue pelas lipoproteínas. Duas destas são, as lipoproteínas de baixa densidade (LDL) e as lipoproteínas de alta densidade (HDL). Um nível elevado de LDL (o colesterol ruim) é associado ao alto risco de DC. Já um nível alto de HDL (o colesterol bom) é associado ao baixo risco da doença. Os níveis de colesterol podem baixar por uma dieta com pouca ingestão de carnes, ovos e laticínios. Se esta dieta não reduzir os níveis de colesterol, seu médico pode prescrever medicamentos. Existem quatro classes de remédios que ajudam neste caso:

•quelantes de sais biliares, como o colestiramina ou o colestipol, se ligam aos sais da bile e evitam sua reabsorção;

•ácido nicotínico (niacina) diminui a produção de LDL;

•inibidores da HMG-CoA redutase - conhecemos como estatinas, diminuem a síntese do colesterol. Estes medicamentos incluem o Lovastatin, Pravastatin, Simvastatin e Atorvastatin e são os mais utilizados;

•fibratos como o Gemfibrozil aumentam os níveis de HDL e diminuem os de triglicerídeos. Fibratos e as estatinas não podem ser usados simultaneamente por risco de necrose muscular.
 
Obesidade


Obesidade é um índice de massa corpórea IMC (IMC = (peso/altura2) ) acima de 30kg/m2. Acima de 25kg/m2 já diagnostica sobrepeso. Um IMC entre 20 e 25 é considerado bom, acima de 25 já existe um sobrepeso, se passar de 30 é obesidade. Para calcular o seu IMC visite este site (em inglês). A obesidade aumenta os riscos de uma doença cardíaca devido à elevação de outros fatores de risco como a pressão arterial, diabetes e a diminuição do HDL (o colesterol bom).
 
Diabetes Mellitus


A diabetes mellitus aumenta o risco de doenças cardíacas, pois eleva os níveis de colesterol e aumenta a ateroesclerose. Para piorar, grande parte das pessoas com diabetes está acima do peso e, com isso, agravam ainda mais a sua condição e os riscos provenientes dela. Existem dois tipos de diabetes, o tipo I (dependente de insulina) e o tipo II (não dependente de insulina). No primeiro tipo, nenhuma ou muito pouca insulina é produzida pelo pâncreas, por isso esta condição é tratada com insulina. No segundo, a insulina ainda é produzida, mas há uma resistência periférica aumentada à ação da insulina desencadeada e agravada pela obesidade. Esta variação da doença pode ser tratada com perda de peso, uma dieta modificada e exercícios. Se isto não for suficiente, medicamentos chamados hipoglicêmiantes orais são utilizados. Eles aumentam a secreção de insulina no pâncreas, mas nem sempre são suficientes e a insulina pode ser necessária.  
 
Estresse


Altos níveis de estresse e ter o que se chama de "personalidade tipo A" podem ser fatores de risco para doenças cardíacas. O estresse provoca liberação adrenérgica forçando seu coração a trabalhar mais e, com isso, aumentar sua pressão arterial e sua pulsação. Aprender a se acalmar, a diminuir o ritmo e a relaxar podem ajudar a diminuir os efeitos do estresse. Também é benéfico evitar a cafeína e a nicotina, além de incorporar algum tipo de exercício em sua rotina diária.
 
Estilo de vida sedentário


Ter um estilo de vida sedentário leva ao sobrepeso, que pode resultar em diabetes e na elevação da pressão arterial, ambos fatores de risco para as DC. Exercícios também podem abaixar os níveis de LDL e aumentar os de HDL, além de fortalecer o coração e aumentar não só sua eficiência, como a do uso de oxigênio pelo corpo. Pessoas que se exercitam, normalmente, possuem um pulso mais lento e, assim, forçam menos os seus corações.